sábado, 30 de março de 2013

AS CHANCES...

Olá pessoas!

Após alguns acontecimentos pessoas, venho desta vez apresentar minhas idéias sobre como as coisas podem ocorrer de uma forma totalmente ao contrário do que esperamos que aconteça, não são fatos propriamente ditos, apesar de não me faltarem exemplos, e sim uma forma de entender todas as possibilidades de um mesmo acontecimento. Aproveitem!




As chances


 Sempre me interessei em entender como as coisas funcionam, por que motivo algumas coisas acontecem e como elas acontecem. Por causa disso me vi lendo e aprendendo muito sobre Teoria do Caos, probabilidade e até mesmo Lei De Murphy ( onde se há algo que pode dar errado em uma experiência, então poderá dar errado). Tentava aprender se era possível, de alguma forma, controlar os acontecimentos para que saíssem exatamente como alguém planejava, acabei descobrindo que isso só seria possível se algum experimento fosse feito sob fortíssimas regras de controle, totalmente isolado de qualquer envolvimento externo e ainda assim, como experimentos dependem da ação de um ser, e nenhum ser é infalível, era quase certo que algo poderia sair ao contrário do que se imaginava. Ou seja, ter total garantia de que algo sairá como previsto é praticamente impossível.
 Digo isso na observação diária de tantas coisas que acontecem conosco, com outros ou até com quem nem vemos, coisas que acontecem por detalhes que se vistos bem de perto deixam de ser detalhes. É aquela contestação de que se a dona Maria tivesse saído cinco segundos antes de casa ela não teria perdido o ônibus, mas ao mesmo tempo se ela estivesse dentro do ônibus ela poderia ter sido assaltada e por aí vai.
 Tudo o que quero dizer se resume aos pequenos fatos diários que se postos numa ordem específica geram grandes acontecimentos ou até mesmo nada. Tudo tem suas chances de acontecer, mesmo quando o resultado já parece ser claro o bastante. É como se houvesse uma montanha e umas 14 pessoas fossem competir para ver quem chegaria até o topo primeiro e nessa competição tivéssemos uma pessoa mais apta a alcançar o topo primeiro, que no caso poderia ser um alpinista com vários anos de experiência e de outro lado existisse o que tem menos chances de chegar lá antes, talvez um senhor de 80 anos que jamais escalou sequer um muro de quintal. A probabilidade apontaria que as maiores chances estariam com o cara experiente e detonariam o velhinho, mas ainda assim ele teria seus 0,05% de chance. A lei de Murphy detonaria a todos, quem sabe assim até desse certo para todos ou todos nem chegariam lá e a Teoria do Caos não discrimina ninguém, ela só observa. Por mais obvio que possa parecer, qualquer acontecimento fora de um padrão previsível poderia mudar o resultado final sobre quem chegaria ao topo primeiro, a autoconfiança exagerada do alpinista poderia colocá-lo em uma enrascada não calculada antes e a dor nas costas poderia trair o velho senhor a poucos metros da chegada, assim qualquer um dos outros 12 competidores que nem sabemos quem são, poderia chegar lá antes, inclusive poderia haver um empate, mas vai que a montanha desmorone....
 Pensar sobre isso me faz dar voltas como um parafuso, às vezes a vida poderia ser mais simples se as ações fossem como os pregos, uma martelada, uma fincada reta e pronto, tudo resolvido, porém mesmo um prego com uma martelada errada pode entortar e não servir mais ao propósito original e sempre poderemos acertar um dedo no processo.
 Não importa como, por menores que sejam as chances de algo acontecer, elas existem e podem acontecer. Podemos por vezes não entender por que acontecem ou como irão acontecer, mas elas estão lá, esperando pelo momento certo. Seja o time azarão do campeonato ganhando do mais forte ou eu finalmente ficando rico acertando a mega-sena (sim, eu conheço gente que acertou), as conseqüências dos nossos feitos podem tomar caminhos variados.
 Mas para que ajam as chances você precisa fazer uma ação que provocará todas as outras, ficar parado só garante que você não mude a sua realidade enquanto todos os outros que se mechem mudam o mundo inteiro do jeito deles, inclusive mudando você!

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Salvatore Calabrese
Como todo apreciador de um bom drink (menos cerveja, sei lá porque não sou fã), eu me interesso por provar tudo o que for mistura de bebidas. Isso vai desde os famosos tubões da adolescência até mesmo os mais sofisticados. Como aprecio drinks doces, puxo mais para o lado de batidas e licores o que me faz ter como preferência o Alexander. Mas pesquisando bem, vejo o que podemos encontrar: O drink mais caro do mundo:

Com elementos raros e duas pedras de gelo, o mixologista britânico Salvatore Calabrese criou o coquetel mais caro do mundo. Batizado de "Salvatore's Legacy", a dose custa R$ 18 mil, ou cerca de nove mil dólares.
O drinque alcançou esse preço por ter em sua composição ingredientes raros e antigos, alguns datados dos séculos 18 e 19.
Em sua receita estão 40 ml do conhaque Clos de Griffier Vieux, de 1788; 20 ml de licor Kümmel, de 1770; 20 ml de Dubb Orange Curacao, datado de 1860; além de angostura produzida em 1900.
Com essa fórmula, o drinque também se torna o mais antigo do mundo.

Achei muito curioso que exista um drink feito com bebidas mais antigas que qualquer pessoa nesta Terra (exceto algum oriental mais idoso), mas literalmente eu teria que estar mijando dinheiro pra poder tomar algo assim!

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                        A SABEDORIA DA CORUJA

 Dona Neusa é empregada na casa de seu Aristóteles. Mas ela nunca pode limpar o quarto dele, são as regras.
Certo dia Dona Neuza foi à farmácia e de longe flagrou seu Aristóteles comprando camisinhas, uns três pacotes. Ela se admirou por que seu Aristóteles já tem seus 80 anos e nunca percebeu que o velhinho ainda estava em forma, até mesmo ficou um tanto preocupada ao ouvir os comentários do pessoal da farmácia que iam do “ o velho ainda dá no couro”, até o “deve tomar Viagra”.
 Dona Neuza repassou em sua mente todas as vezes que via Seu Aristóteles conversando com outras mulheres e especulou com quais delas ele já poderia ter tido algo mais íntimo, considerou até mesmo o motivo do por que ele nunca deu em cima dela, afinal ainda estava enxuta. Começou então a ver seu Aristóteles de outras formas, em alguns momentos como velhinho safado em outros, como galanteador.
Isso a fazia imaginar o que poderia haver dentro do quarto de seu Aristóteles, quem sabe uns brinquedinhos mais adultos hein...?
 Angustiada pela curiosidade crescente, Dona Neuza esperou um das manhãs de quarta-feira, manhãs em que Seu Aristóteles sempre ia até a praça observar o movimento e galantear jovens senhoras, e sem hesitar entrou com tudo no quarto.
 Mas, sua curiosidade acabou, num primeiro momento, injustificando-se: Tudo ali parecia perfeitamente normal, móveis no lugar, tudo limpo e ajeitado. Claro que, como o próprio Seu Aristóteles, o quarto poderia ser mais do que aparentava. Viu-se então de frente ao grande guarda-roupa, rapidamente se pôs a abrir as portas, uma a uma e nada de diferente, até que abriu a última delas e para sua surpresa, assim que deu uma folga maior na porta, um monte de pacotes de preservativo caiu lá de dentro. Eram muitos, de todos os tipos e todos fechados.
 Dona Neuza teve uma leve decepção, mas ficou feliz em saber que o velhinho era afinal a doce pessoa que ela sempre imaginara, apesar de gostar da ideia dele poder ser meio abusado. Ela então arrumou todos os pacotes dentro do guarda-roupa e por impulso guardou um deles em seu bolso, afinal Seu Aristóteles chegaria em poucas horas e nunca se sabe......

Sabedoria: Nem sempre as pessoas são o que elas querem que você pense que são!





FUI-ME!!!


quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Pequenos Textos...

Olá pessoas!

Hoje apenas uma viajem mental sobre alguns assuntos que me atormentaram antes do sono. É bem resumido, porém serve como uma ideia para ser discutida com mais tempo e mais gente.
Espero que quem ler entenda e tire suas próprias conclusões!




À Procura Do Samba

Carnaval, festa popular ou mesmo festa para enganar o povo....Tanto faz, não quero entrar nesse mérito hoje, afinal eu também gosto do carnaval. Me divirto no carnaval, e às vezes até extravaso no carnaval. Não quero saber se isso me faz esquecer dos problemas sérios que temos em nosso País, querendo ou não esta é uma data que uso para esquecer um pouco dos meus dias chatos, dos meus problemas quando tenho, dos problemas dos outros que adoram trazê-los para nós também. É o dia de deixar tudo de lado, por alguns momentos e viver uma fantasia que dura pouco, mas que pode lhe transportar para longe da monotonia. Depois eu volto à mim, volto a me preocupar e até mesmo a falar da futilidade que se transformou o carnaval, assim como tudo o que a sociedade capitalista transforma em comércio puro e simples.
Jamais deixo de comparar os tempos de hoje de quando eu era um simples pimpolho indo com minha mãe e irmãs nas matines fantásticas nos clubes, sempre fantasiado de Batman ou Superman, pulando e brincando com as outras crianças ao ritmo das marchinhas tão gostosas de ouvir e cantar de antigamente.
Mas hoje a maior parte dessa gostosura de antes fica apenas na memória, hoje transformaram meu carnaval em axé, pagode, sertanejo e funk, mas cadê o samba? Onde foram parar as marchinhas? Por que se esqueceram da parte mais divertida? Ah sim, esqueci... o comércio. Como chamar um monte de bêbados jovens de hoje para se divertirem? Bota as musiquinhas mal feitas e da moda que eles vêm.. E é isso que fazem.
Mas eu ainda tenho muito daquela criança vestida de super herói dentro de mim, eu ainda amo o samba e as marchinhas e eu precisava encontrá-las de novo.
E eu procurei.
E, graças aos bons fluídos, eu encontrei.
Foi apenas no último dos quatro dias que eu saí à procura do samba, mas valeu. Foram apenas uma hora do verdadeiro carnaval, mas valeu. Na minha cidade não teve, na praia eu não ouvi, mas na cidade vizinha, na segunda-feira, já na madrugada, heis que lá apareceram as grandiosas marchinhas que embalaram meus passos tortos e abriram meu sorriso largo. A melhor noite de todas. Uma volta aos meus ótimos tempos.
Era como estar lá novamente no salão, com minhas irmãs e minha mãe sempre zelosa nos observando, girando, pulando, caindo e rindo.... Mas as irmãs casaram, a mãe já não tem tanta disposição para atravessar a madrugada e as crianças já são tão grandes quanto eu. Mas e daí? Eu pude sentir tudo aquilo novamente, tudo por que eu não desisti e bem perto de voltar à realidade de nossos dias comerciais, eu encontrei novamente o samba.
Obrigado Antonina, ano que vem eu procuro aí de novo!

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Como as coisas sabem.

Fico imaginando, pirando, divagando.
Acho que de certo modo, até mesmo as coisas sabem das “coisas”.
Eu sei disso por que, mesmo um dia, as coisas podem saber.
Num domingo:
Eu acho que meu portão de casa sabe que é domingo, por que ele não se abre e fecha tantas vezes quanto nos outros dias da semana.
Acho que as ruas sabem que é domingo, por que não tem tantos carros passando por elas.
Acho que meu carro sabe que é domingo, por que ele descansa a maior parte do dia.
Acho que meu skate sabe que é domingo, por que não saio de cima dele.
Acho que a TV da sala sabe que é domingo, por que só passa porcaria.
Acho que o chuveiro sabe que é domingo, por que passo mais tempo nele.
Acho que minha cama sabe que é domingo, por que acordo bem mais tarde.
Acho que o despertador sabe que é domingo, por que ele não me acorda.
Acho que o computador sabe que é domingo, por que fica mais tempo ligado.
Acho que a praça no mercado sabe que é domingo, por que à noite ela se enche de gente.
Sim, as coisas sabem, assim como eu também sei que é domingo, por que o calendário na parede sempre me lembra que ele já sabia disso muito antes que eu!





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Antigamente... No meu tempo... Hoje em dia.

Antigamente um baile era uma festa onde as mulheres ficavam sentadas num lado do salão e os homens timidamente as tiravam para dançar, afastados por metros de distância. No meu tempo um baile era uma festa em que dançávamos na pista e ficávamos azarando através dos olhares para tentar algum contato na saída. Hoje em dia os bailes são festas com muita música, bebida e um bando de gente com seus celulares conversando em redes sociais.

Antigamente as pessoas iam à praça e namoravam. No meu tempo a gente ficava. Hoje em dia dançam funk e não lembram com quem transaram.

Antigamente os filmes contavam histórias maravilhosas e os diálogos eram incríveis. No meu tempo a vida cotidiana e violência chocavam o público mostrando mais a realidade. Hoje em dia deveriam dar um Oscar aos computadores.

Antigamente um cara forte trabalhava arrastando correntes no porto. No meu tempo íamos três vezes por semana na academia com horário marcado para anos de tortura física. Hoje em dia é só bomba.

Antigamente jogava-se damas, xadrez e outros belos jogos na companhia de nossos amigos. No meu tempo tínhamos banco imobiliário, war, atari e fliperamas, tudo na companhia de nossos amigos. Hoje em dia temos jogos incríveis on line na companhia dos nossos computadores.

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A vida e o deserto...

Sobreviver num deserto é realmente para poucos. Você precisa de anos de preparação, coragem e aprendizado de  técnicas essenciais que podem salvar sua vida, logo, perder-se em um deserto pode significar a morte para àqueles que não estiverem acostumados.
O mais comum é a pessoa que está perdida no deserto tentar encontrar um caminho de saída, andar durante o dia quente e ficar dando voltas em círculo, em pouco tempo o corpo perde as forças pela desidratação, a insolação maltrata a mente com ilusões e aos poucos a pessoa se entrega à derrota sem conseguir encontrar um caminho seguro. Isso quando não surge uma tempestade de areia repentina e destrói qualquer esperança de sobrevivência.
A vida pode ser mais ou menos assim. Se nos preparamos para enfrentar tudo o que possivelmente poderá nos “desnortear e destruir” no futuro, teremos maiores possibilidades de “vencer” na vida. Mas isso também leva anos e anos de aprendizados, erros, lamentos e perseverança, choro e alegria, conquistas e quedas e assim por diante. O maior problema é que muitas vezes damos voltas e mais voltas em círculos na vida e como no deserto, por mais que caminhemos nossa visão do horizonte não muda por muito tempo, só vemos areia e mais areia. Aí surgem os problemas, os obstáculos e as ilusões que a vida nos prega, apenas para que possamos desistir mais facilmente de encontrar a saída. Isso quando algo totalmente fora do nosso controle não acontece e acaba com qualquer esperança que poderíamos ter.
Aprender com a vida é o mesmo que aprender a sobreviver em um ambiente tão hostil, é necessária paciência,observação, tentativas e erros e principalmente o respeito ao aprendizado com os mais velhos, ou seja, ouvir as pessoas que já sofreram muitas provações e hoje podem nos indicar a melhor maneira de superar nossos desafios.
O nosso único problema reside ainda em dois pequenos fatores, o orgulho e a autoconfiança que podemos adquirir erradamente com o passar do tempo.
O orgulho nos faz cegos e acaba por nos condenar a abraçar as ilusões de que conseguiremos sair vivos sem precisar de outras pessoas e a autoconfiança nos faz andar em círculos fazendo com que nossa visão do horizonte seja apenas a areia e sempre iremos teimar que atrás de outro monte estará um oásis.
A vida é muito melhor na simplicidade da ajuda mútua, mas isso nos despende de sermos humildes e solidários, o que hoje se mostra cada vez mais raro de existir em qualquer homem.

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O comércio da evolução.

Você lembra como o mundo era a mais de dez ou vinte anos atrás? Se é que você tem mais de vinte anos para lembrar. Sempre que compararmos nossa vida com a que levávamos à tempos passados poderemos ver uma boa evolução em todas as áreas de que dependemos, seja na área tecnológica, social e qualquer outra.
Nossos carros são mais evoluídos que o do passado, nossas roupas são melhores, novos medicamentos surgem para ajudar a saúde, novas técnicas de cirurgias, novos aparelhos eletrônicos deixam a vida mais agitada e fácil, tudo fica melhor, mais rápido e mais simples. Infelizmente isso t não acontece apenas com o que nos auxilia, como também com aquilo que nos destrói, sejam novas drogas, novas armas de guerra, novos meios que apesar de espalharem boas notícias também espalham a intolerância burra, como a internet.
Mas o que não mudou em tantos mil anos de história da humanidade e nos acompanha e nos empurra cada vez mais para a evolução do que fazemos e do que somos?
O comércio, o dinheiro e a fama. Sim, de certa forma é que nos faz ir em frente, é o que inspirou e inspira tantos talentos, tantas invenções e tantos avanços. Não foi apenas a necessidade de novas conquistas nas áreas essenciais da vida humana que fez surgir no mundo nomes como Edson, Einstein, Gates, Cameron, entre tantos outros.
Concordando ou não, muitos dos nossos mais famosos homens e mulheres que mudaram a nossa forma de ver o mundo o fizeram tanto em busca de suas realizações pessoais quanto em busca do dinheiro e fama que isso traria a eles. Não que essa regra se aplique a todos, principalmente aos aqui mencionados, porém tem uma grande parcela em tudo o que está ligado aos avanços do nosso planeta.
As indústrias farmacêuticas investem milhões em novas pesquisas para lançarem novos medicamentos, mas isso não é visando apenas a melhora da saúde mundial, mas principalmente o lucro com as novas descobertas, que podem custar bem mais que apenas dinheiro.
Pintores e inventores da antiguidade tinham vários alunos que trabalhavam em seus escritórios e muitas vezes uma nova invenção ou quadro era creditado como sendo do mestre, quando na verdade surgiu da mente de um aluno, era a fama que dava mais crédito à arte e mais posses ao artista.
Os nossos meios de transporte e comunicação ficam mais complexos e assim sempre mais caros.
E mesmo os estudantes de hoje não querem sair ganhando mal da faculdade por horas e horas de cabeça quente nos livros e computadores.
Não importa em que área busquemos uma comparação, o fato é que mesmo projetos que parecem totalmente livres de qualquer mácula suja pelo comércio e dinheiro, como muitas ONGs, no fim podem nos apresentar uma verdade desapontadora, afinal como as pessoas que mantém essas ONGs conseguem manter a si? O dinheiro tem de vir de algum lugar e ele vem. Religiões? Cada vez mais manchadas pelo comércio e isso desde milênios.
Podemos mudar e evoluir inventando um futuro cada vez mais fantástico, mas poucos farão isso em nome do amor pela humanidade e sim pelo dinheiro e fama que isso trará e poucos o fizeram no passado, e os que fizeram acabaram pagando um preço que nem deviam.
Para o mundo a regra em geral é o que não pode ser comercializado é melhor deixar de lado........



FUI-ME!!!




quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Olá pessoas!

O ano não começa muito bem, e não era para ser assim logo na primeira postagem de 2013, mas enquanto não aprendemos a respeitar a todos, a nos vermos como iguais e entendermos que precisamos muito uns dos outros nessa vida, coisas ruins continuarão a acontecer.
Abalado sim, indignado sim, pedindo por justiça sim, mas incrédulo ainda que algo vá mudar. Nos resta a esperança, que não morre de teimosa e continua a nos dar a mão para um amanhã, quem sabe, melhor que o hoje!




                E ficam as comparações......



Fico sempre abalado com algum acontecimento em que alguém perde a vida, mais ainda quando são várias vidas ao mesmo tempo. Levei dias para digerir o onze de setembro, levarei dias para entender Santa Maria e ainda fico indignado ao ler notícias e mais notícias da morte de pessoas em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, etc...

Não são as mortes naturais ou acidentais que me incomodam, são os “assassinatos” que ocorrem todos os dias, parecendo querer fazer parte do nosso cotidiano, que me deixam indignado e triste. Penso muito que poderia ter sido eu ou alguém que eu gosto quem parou numa lanchonete ou padaria à noite para comer um lanche e acaba sendo fuzilado por bandidos, que poderia ser eu ou alguém que gosto que foi confundido com um desses bandidos, que poderia ter sido eu ou alguém que gosto quem saiu para ir se divertir e não voltou mais. Não tento me colocar no lugar daqueles que tiveram suas vidas ceifadas pela selvageria e irresponsabilidades dos outros, apenas não consigo compreender por que tudo parece estar banalizado, e isso me marca profundamente.

Também não entendo as reações das pessoas quando tragédias acontecem. É emocionante e lindo ver a união de todos tentando ajudar as famílias das vítimas em grandes catástrofes, porém sempre me pergunto o por que não fazemos o mesmo quando temos um acontecimento isolado, onde uma ou poucas pessoas são vitimadas? Afinal, pra onde vai nossa solidariedade quando o impacto não é tão grande para a comunidade? Por que esquecemos que o impacto é o mesmo em uma família que perdeu apenas um membro?  Estamos nos perdendo em meio a tanta injustiça ou apenas não nos importamos de verdade?

A resposta está em cada um de nós, em cada uma de nossas atitudes.  Não importa se você arregaça as mangas e tenta consolar aos inconsoláveis, se você sai em passeata exigindo que alguma coisa seja feita ou simplesmente sinta que também perdeu um pouco do Mundo a cada vez que alguém injustamente parte desta Terra. O fato é que de alguma forma você se importa,e se você se importa, sabe como eu me sinto quando essas coisas acontecem.

O que ocorreu naquele clube retrata de forma completa o que é nosso País em todos os aspectos. Ali está mostrado de forma clara e aberta todos os erros que decorrem da nossa “cultura” às avessas do que é certo e errado, do nosso desrespeito com o próximo, da nossa ganância sem limites, entre tantas outras coisas. Temos ali a representação de um lugar que funciona de qualquer jeito, objetivando o lucro e para isso valendo-se da inoperância dos sistemas fiscalizadores e até mesmo da corrupção de agentes que preferem ter um ganho a mais que exercer a função a qual deveria de forma honesta e responsável. O quadro pintado por artistas macabros que agora fazem o tradicional jogo de empurra mostra nossa realidade do dia a dia num Brasil caótico em que todos fingem estar dentro das regras que adoram burlar. O local era inadequado, cheio de falhas, que aceitava superlotação por mais dinheiro, equipamentos de fachada que faziam apenas números, mas não funcionavam. Pessoal totalmente despreparado exercendo um trabalho importante. Comprometimento em regularizar o que fora apontado como irregular em determinado período e que ficou esquecido, por ter que gastar uma grana, por um fiscal que nunca voltou ou que foi comprado ou que por qualquer motivo não tava nem aí. Sumir com evidências importantes. Utilizar de material barato quando há no mercado produtos com maior segurança, porém com um custo mais elevado. E principalmente, deixar de fazer as coisas da forma certa, calculada e verificando-se todos os aspectos importantes (preparo, responsabilidade, segurança, comprometimento, eficácia, etc...) e fazer tudo “nas coxas” como estamos tão acostumados.
Não é incrível com analisar um acontecimento num local de certa forma pequeno, nos mostra o que somos como País? Sim, somos um País irresponsável, do “jeitinho”, do “faz me rir”, do “não é comigo, então dane-se”, do “ depois eu faço”, da deseducação, da lei que não serve para todos, e tantas outras coisas idiotas que possamos pensar. E o pior? Sim, provavelmente veremos o País da impunidade novamente nesse caso.

Não me importa se é um bêbado imbecil que mata inocentes, se são bárbaros traficantes que matam inocentes, se são policiais corruptos que matam inocentes, se é o descaso de sempre do governo que mata inocentes (muito mais que qualquer outra coisa) ou se é um empresário ganancioso que mata inocentes. Vai doer em mim, sempre. Vai doer na sociedade que é boa. Vai doer nas pessoas que acreditam que podemos melhorar.

Quando será que morremos por termos vivido o suficiente, por única e exclusiva responsabilidade nossa (por entupirmos nossas artérias de gorduras, por nos arriscarmos em algum momento estúpido, por acharmos que dava e não deu...), por motivos que valem a pena?

Um milênio de silêncio ainda seria pouco!

sábado, 22 de dezembro de 2012

A ARTE DE VENDER O NADA!

Olá pessoas!

Última postagem deste ano de 2012, bom em muitos momentos, não tão bom em outros, mas a gente continua na batalha!
Hoje apenas dois textos para se pensar e refletir, como é de costumes fazermos todo fim de ano.
Espero que aproveitem e até 2013!



A arte de vender o nada!

Desde que o comércio passou a ser a principal fonte geradora de riquezas de qualquer nação (sim, sem demanda não há oferta, sem oferta não há necessidade de produção e por aí vamos...), o homem vive se reinventando na arte de fazer comércio.
Anunciamos às pessoas tudo aquilo que elas não precisam, porém de uma forma que transforma o produto em algo extremamente necessário e então elas consomem. Normal, assim caminha o capitalismo, a democracia e os sonhos de sermos melhores tendo mais coisas que as outras pessoas.
Mas somos tão espertinhos como homens que até mesmo o que não “existe” como produto, nós conseguimos vender sem nenhum problema. E pensando nisso eu parei para analisar uma série de “vendas” de coisas que na verdade, se pensarmos muito bem, não tem lá uma razão que não seja lucrar em cima de todos para existirem.
No topo da lista estão, claro, nossos bancos e os do mundo inteiro. Não digo das taxas cobradas para aberturas de contas, a final devemos sim retribuir a “gentileza” deles por guardarem nossas economias, mas me refiro aos empréstimos, onde nos é vendido o próprio DINHEIRO, e pagamos de volta pequenos juros que somados viram uma cobrança absurda. Tudo isso por que compramos um valor, que na maioria das vezes, com o advento tecnológico, representa apenas números numa tela, pior, compramos esse dinheiro para pagarmos dívidas já contraídas em outros locais, ou já pensando nas dívidas que iremos criar. Aqui também podemos relacionar as instituições de créditos e de cartões de crédito.
Logo abaixo do dinheiro vem algo que todos deveríamos ter de graça: a FÉ. Porém parece que de alguma forma a imensa maioria de pessoas precisa de alguém que lhes digas que elas têm fé, por que, por qualquer razão as pessoas não conseguem ter fé por elas mesmas. Por isso é tão comum as pessoas não apenas frequentarem seus cultos religiosas, sejam eles quais forem, como também parecem ávidas por contribuir com sua religião da única forma que realmente interessa aos seus variados mestres, essa forma é com dinheiro. De certa forma as pessoas, desde muito tempo diga-se, compram a fé como forma de salvação. Em algumas denominações compra-se também milagres que salvam vidas ou apenas despeja-se  dinheiro como forma de agradecimento por uma graça alcançada. Ora essa, se alguém lhe fez bem, não seria de forma benéfica ajudar uma outra pessoa e não uma instituição que muitas vezes não informa sequer o destino das “doações” feitas? Pois é, mas o ser humano, de forma incrível, prefere encher os cofres de igrejas, templos e outros afins à dar um real a um morador de rua que seja. E quem fica com a maior parte do dinheiro arrecadado? Pensem e reflitam. Vender fé também é um bom negócio!
Os seguros de vida sempre me intrigam. Na realidade o produto aqui é o próprio segurado, que acaba pagando com a vida para que outra pessoa receba o que ele comprou, ou seja, o dinheiro de novo. Pode-se dizer que é uma espécie de poupança para os familiares, mas há quem tente “morrer” estando vivo para aplicar um golpe.
Os livros de auto-ajuda ficam em uma categoria um pouco mais complexa, alguns realmente são boa literatura, se excluirmos para o que eles se propõe de fato, mas aqui impera o mesmo raciocínio da religião, as pessoas precisam de alguém dizendo ou ensinando como elas são fantásticas, do contrário elas não conseguem descobrir este fato sozinhas. 
Caberia aqui tantos outros exemplos de vender o nada, incluindo aquelas condições da vida que deveríamos prezar por serem reais, como o amor e a amizade, fidelidade, respeito, etc...
Mas somos aqueles que fazem esse mundo. Somos nós que decidimos pelo melhor modelo de gerenciamento de pessoas, que aceitamos a regras que criamos muitas vezes sem querer e que nos deixamos levar por um pensamento social dominante e, por gerações, burro e incompetente, mas para que modificar o que já vem sendo feito a milhares de anos, se os outros agüentaram a gente agüenta também, ou não?
Enquanto houver um comércio para todas as coisas, haverá quem venda de tudo, mesmo aquilo que de fato não precisa ser vendido, ou pelo menos não tão explorado na nossa longa forma de dependência em nossa existência neste Planeta.



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" Se até PUTA falta ao serviço no natal pra ficar com a família, por que tem uns FILHOS DA PUTA que não fazem o mesmo?!"

----------------------------------------FIM DA PAUSA--------------------------------------------------


Dos feitos que não fizemos.

É natural, e não deveria ser, o fator egoísta do homem em relação às realizações próprias comparadas com as de outras pessoas. Tudo o que uma pessoa faz sempre será, por ela mesma considerado, um feito melhor e maior que o de outra pessoa que realizar a mesma proeza.
Não adianta nem discutir, se João for um desportista e ganhar um campeonato, não importa como, e um dia José participar e ganhar o mesmo campeonato, ambos dirão que seu feito é maior e mais complexo que o feito do outro.
É muito comum observarmos isso em competições como futebol, basquete e outros esportes. Os torcedores mais fanáticos sempre exaltarão os campeonatos que seus times venceram como sendo o maior feito entre todos os campeões, tentando sempre menosprezar os rivais que conseguiram atingir a mesma meta.
É a mesma atitude que podemos ver nas fases de nossas vidas. Seja numa promoção conseguida no trabalho, na conquista de um sonho antigo, na pessoa que escolhemos para casar, na casa em que moramos ou no carro em que andamos. Sim, nossa promoção será a que foi conseguida com mais esforço, nosso sonho era o mais difícil de atingir, nossa mulher é mais bonita que a dos outros e também: nossa casa é melhor localizada, nosso carro tem a pintura da moda, e por aí vai.
Não contentes em sempre acharmos que a nossa vida é muito mais difícil que a dos outros, e que sempre teremos as coisas de forma mais sofrida e por isso elas tem que ser valorizadas, enquanto as outras pessoas conseguem tudo fácil, é de nosso agrado também desfazer daquilo que não podemos ter. Nos é mais gratificante diminuir os feitos de nossos semelhantes do que reconhecer os seus valores. Se alguém, por exemplo, compra um carro, logo aparece outra pessoa que não pode comprar o mesmo carro criticando a escolha feita pelo amigo ou colega – “Se fosse eu, não teria comprado esse!”. Normal, somos assim. Mas por que será que não podemos nos sentir felizes vendo outras pessoas felizes? Qual é afinal a fonte de prazer em achar que somos melhores que todos, que merecemos mais que os outros e o que acho mais repulsivo que tudo, por que nos sentimos bem quando vemos alguém se dando mal?
A vida não me explicou todas essas questões ainda, mas sinceramente espero nunca sorrir em face de acontecimentos ruins com as pessoas, menos é claro quando meus amigos levam um tombo. Tá vendo? É rir da desgraça alheia da mesma forma!

FUI-ME!!!

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

COMO IREI ME CHAMAR?

Olá Pessoas!

Nesse mês de novembro uma publicação mais light e introspectiva.
Espero que gostem.




Como irei me chamar?


Nos meus primeiros momentos de vida eu me chamei CURIOSIDADE, tudo era novo e eu nada conhecia. Nesse período eu também tive o nome de APRENDIZADO. Então eu cresci, fui para a escola e comecei a ter o nome de CONHECIMENTO. Lembro-me muito bem que por muito tempo carreguei a alcunha de TIMIDEZ, isso fez com que eu ficasse retraído em meu próprio mundo por algum tempo, me auto-proclamando SOLITÁRIO. O tempo passou mais um pouco e deixei minha clausura de lado para conhecer muita gente que veio a se tornar parte importante da minha vida, aí então eu era AMIZADE. Algumas vezes me vi inteiramente vibrado em alguém e percebi que estava sendo PAIXÃO, que um dia gostaria que se chamasse AMOR, mas também veio o tempo de me nomear DECEPÇÃO e com isso também TRISTEZA.
Muitas vezes quiseram me chamar de FRACASSO, mas nunca parei de pensar em mim como ESPERANÇA. Confesso que por várias vezes eu sou o PERDIDO, porém eu quero em algum momento também ser o SUCESSO.
Eu sou sempre a TENTATIVA e o ERRO, por poucas ações o ACERTO. O BOM e o MAL, o INCOMPREENDIDO e muito, muito SONHADOR.
Hoje entendo o que me forma e o que posso passar para os outros. Em muitas fases fui ALUNO e em outras PROFESSOR.
Confesso que já fui INTERESSE como também INTERESSANTE. Fui FALHO e também IMPORTANTE, fui CARINHOSO e também ARROGANTE.
Vendo hoje o mundo e, pensando em todo o universo, eu sou PEQUENO, mas todos um dia seremos GRANDES.
De todos os nomes que me chamei e de todos aqueles que ainda irei me chamar, nenhum importa tanto, e nem iriam se importar, afinal, volta ou outra e um ou outro deles voltarei a me chamar, mas nenhum deles se encaixa melhor em todos nós do que aquele que mais gosto de ostentar:
Demorei para aprender, mas é fácil quando entendemos que o melhor mesmo é nos chamarmos RESPEITO!



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No mês em que comemoramos a nossa República eu resolvo reverenciar quem, na minha opinião, foi um dos melhores governantes que já tivemos, talvez até mesmo o melhor. Tirando os casos de corrupção que já assolavam o Brasil desde sempre, creio que pelos relatos históricos oficiais e até mesmo extra-oficiais, o senhor Dom Pedro II, além de um intelectual, mostrou como ser um Rei à frente de seu tempo em muitas questões.

D. Pedro II de Alcântara  nasceu a 2 de dezembro de 1825.  Era o sétimo filho de Dom Pedro I (Dom Pedro IV de Portugal) e da imperatriz Dona Maria Leopoldina. Herdou o direito ao trono brasileiro devido a morte de dois irmãos mais velhos, Dom Miguel e Dom Carlos.
Assumiu o trono em 1840, antes de completar a maioridade exigida pela Constituição em virtude do seu pai ter abdicado do trono. Dom Pedro II foi coroado em 18 de julho de 1841. 
 Em 1843 casou-se com Dª. Teresa Cristina. Tiveram quatro filhos, mas só sobreviveram Dona Isabel (Princesa Isabel, nascida em 1846) e Dona Leopoldina Teresa (nascida em 1847).
Com diversos mestres ilustres de seu tempo, o jovem imperador instruiu-se em português, literatura, francês, inglês, alemão, geografia, ciências naturais, música, dança, pintura, esgrima e equitação.
Lia Homero e Horácio no original. Discursava em grego e latim e ainda entendia a língua dos nossos índios (tupi-guarani) e o provençal. Também estudou hebraico e árabe. Seus conhecimentos eram algo de incomum, pois gostava de matemática, biologia, química, fisiologia, medicina, economia, política, história, egiptologia, arqueologia, arte, helenismo, cosmografia e astronomia.

 Embora não seja reconhecido, dom Pedro II contribuiu bastante para a liberdade de imprensa. No reinado de Dom Pedro II não havia presos políticos, nem censura à imprensa.
     A liberdade era tanto que circulava até um jornal pregando a derrubada da monarquia...
      Mesmo assim, Pedro II fez questão de manter a liberdade de imprensa, apesar de frequentemente choverem caricaturas ridicularizando-o com um certo "desinteresse" quanto a assuntos administrativos.

PARA MAIS DO MESMO: http://www.caiozip.com/pedroii.htm
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                   A SABEDORIA DA CORUJA


Muitas das coisas que fazemos nos parecem simples demais no dia a dia, coisas que executamos quase que automaticamente de tão fáceis nos fazem pensar mal de algumas pessoas que encontram certas dificuldades em completar as mesmas tarefas, sempre reclamando de tamanha dificuldade.
O que não entendemos às vezes é que o fácil torna-se complicado para quem não tem o preparo, o conhecimento ou é impedido de alguma forma de aproveitar tais facilidades. Você pode pensar que é simples ir ao banheiro fazer o número 2, mas tente explicar isso para alguém que sofre com hemorroidas!!!

Sabedoria: Nem sempre as coisas simples são simples para todas as pessoas!


FUI-ME!!!


segunda-feira, 15 de outubro de 2012

MUDADORES MUDADOS

Olá pessoas!

Hoje trago até vocês três textos sobre temas diferentes, uma reflexão sobre o atual momento do País, sobre uma coisa específica que tenho certeza que aqueles que acompanham os fatos irão entender do que falo e também dois relatos sobre pessoas e coisas importantes na minha vida!
Curtam!

MUDADORES MUDADOS!!!


Eles eram jovens, vivam num País livre!
Mas as coisas mudaram, as armas sequestraram a democracia e fizeram vigorar o mando do mais forte.
Eles não poderiam aceitar isso, precisavam se levantar contra a mão obscura que sufocava o ideal de vida de um povo em pleno desenvolvimento.
Para manter o poder, os “tiranos” censuravam, escolhiam e palpitavam sobre o que podia e não podia.
Eles queriam a liberdade.
Eles queriam a arte livre.
Eles queriam a vida de volta em suas cidades!
Então esses jovens se reuniram, decidiram lutar contra o regime, decidiram que tinham que fazer a diferença.
Mas eles erraram logo no começo. De suas palavras soltas aos quatro cantos que, como resultado, veio-lhes a tortura; decidiram por uma terrível escolha: usar das mesmas medidas com que eram medidos!
Eles então roubaram, eles então sequestraram, eles então torturaram e também mataram.
A luta que deveria ser o bem contra o mal, tornou-se apenas o mesmo pelo igual!
O tempo passou. Outras cabeças mais velhas que a deles acabaram por findar o terrível regime e voltar à bela democracia.
Os agora adultos ainda não estavam satisfeitos, mas agora com seus direitos fundaram seus partidos e fizeram o jogo da política para tentarem mudar novamente que achavam estar errado.
Eram então a oposição!
E para oposição a situação rouba, a situação mata a situação não ta nem aí para o povo.
Mais uma vez lutaram, e novamente escolheram as mesmas armas do adversário.
E eis que finalmente venceram.
Mas agora que estavam no poder, de tanto que caminharam pelos lados que tanto criticavam, era exatamente isso que tinham se tornado: o mesmo lado!
Agora eram a situação, e como já dito sobre a situação.....
Mas eles ainda foram piores dos que os que tanto criticaram, dos que tanto, contra, lutaram.
Eles roubaram bem mais e fizeram tudo demais, numa forma que nunca se viu e nem se importaram em fazer isso às escondidas, afinal quem mandava agora era o novo, que no final se mostrou até mesmo pior que o velho!
Do que então adiantou todos os sonhos dos jovens de antes? Onde eles perderam a justiça?
Ou será que essa nunca foi realmente a idéia original deles?
Hoje eles são julgados e fingem que é tudo gente do passado buscando vingança. Dizem que tudo é uma mentira inventada mesmo com tantas provas mostradas. Eles pensam exatamente como aqueles de décadas atrás: que o povo é burro e assim deve ser deixado. Mas eu não me surpreendo, eles são frutos daquelas décadas, o que mais iriam aprender?

O que acontece para que os jovens que queriam mudar o mundo se tornem exatamente as pessoas que queriam ter mudado?


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Eu antigamente achava que os cães não enxergavam cores e que viam tudo em preto e branco, ledo engano, Hoje sabe-se que os cães na verdade são daltônicos! Isso mesmo, os cão apenas não captam em seus nervos ópticos a cor vermelha. Enquanto os humanos tem os receptores das três cores primárias: azul, amarelo e vermelho, os cão possuem apenas o azul e o amarelo, logo tudo que é composto também pela cor vermelhar tem a tendência de ficar esverdeada para eles. Para efeito comparativo um papagaio enxerga quatro cores primárias, ou seja, eles veem até o infra-vermelho que nós humanos não conseguimos ver. A imagem acima demonstra como uma pessoa normal vê o círculo verde com o número em vermelho dentro e ao lado como um daltônico o vê!
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RETRATO 1

Dona velha da carrocinha

Dona velha da carrocinha tem todo o meu respeito.
Ela faz um trabalho que julgo tão importante quanto tantos outros.
Ela cata material reciclável com seu carrinho todos os dias pelas ruas.
Ela para lá na loja para pegar as caixas de papelão que nos trazem as mercadorias.
Mas o meu respeito não se dá apenas pelo fato dela fazer isso, o meu respeito vem por saber que ela é uma senhora de seus 78 anos que ainda acredita que pode fazer diferença.
E ela faz.
Ainda acho engraçado quando a vejo empurrando o carrinho com esforço e um de seus seios, já pelo tempo maltratado, acaba ficando suspenso na alça que usa para empurrar o tal carrinho. Eu dou risada, mas por dentro, por fora sou só elogios.
Ela merece.
O que ela não mereceu foi o que uma moradora de rua, sempre atrás de drogas lhe fez recentemente. Empurrou-a e a pobre caiu e bateu a cabeça na calçada, para um jovem nada seria demais, para uma idosa é muita coisa.
A polícia agiu bem e levou a desaforada para uma cela fria.
|Tudo por que a Dona velha tinha limpado a frente de outra loja que também lhe guarda caixas, e fez isso por gratidão sem cobrar nada.
A safada da outra fazia isso e cobrava, para depois fumar cada centavo.
Mas estou feliz.
Dona velha é forte, levou alguns poucos pontos e mesmo contra a orientação médica, lá está ela novamente empurrando seu carrinho com o peito.
Ela me faz rir e me dá orgulho de saber que se fôssemos mais assim, o mundo teria jeito!


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                          PIADinha/TROCadilho

" ESTUDEI TUDO DE NOVO E
                                                    ENTENDI TUDO DE NADA! "

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RETRATO 2

A festa na casa do Rafael

Fui uma festa na casa do meu amigo Rafael.
Era pra ser uma festa meio nerd, aí pensei: "Irei levar um jogo para curtir com o pessoal, talvez até role um vídeo-game."

O único nerd lá fui eu!

O que as pessoas deveriam saber é que há coisas que não combinam; ou que se sobrepões a todas as outras.
Lá tinha álcool e quando tem álcool tudo o mais fica pra trás.
Não houve jogos, não houve games, mas teve música, conversas cabeças e idiotas, risadas e um bom tempo, até que:
Até que descobriu-se outra coisa que não combina: vômito com o carpet!!!
Tenho quase certeza que foi ali que o Rafael quase surtou. Ele tava animadinho no começo, mas muito tristinho no final. E que culpa tem ele se o cidadão que bebeu demais resolveu usar o bidê no banheiro para pôr o excesso pra fora, era tanto excesso que ele entupiu o dito cujo e logo depois a coisa toda vazou. Foi feio de ver, pior então de limpar.
Tudo se resumiu a: chegada, bebida, conversa fiada, risada, música, dança, Daniel no mundo da lua, Vomitador no banheiro, comeram o sucrilhos, o vômito criou vida e andou pelo quarto e aí eu fui embora.
Também esqueci de tirar os sapatos!!!

Mas Rafa, eu sei que você ficou meio decepcionado, mas eu garanto que me diverti muito.
Espero pela próxima!!!


FUI-ME!!!



sexta-feira, 5 de outubro de 2012

A LETRA OU A MÚSICA?

Olá pessoas!

Vamos hoje a mais uma das minhas opiniões sobre tudo! Hoje a pauta é sobre música.


A Música ou a Letra?

Antes de qualquer coisa eu sei que o título ficaria melhor se fosse escrito como: A Melodia ou a Letra?  Porém usarei da outra forma por achar mais fácil me fazer entender.
Temos hoje diversos estilos musicais e cada um deles trás uma série de peculiaridades atraindo certo número de admiradores. Há estilos que conseguem agradar vários tipos de pessoas e há alguns que tornam-se mais específicos para um ou outro grupo. Indiferente de agradarem a todos ou desagradar à maioria, a música como qualquer outra coisa neste mundo é feita para quem a vê com bons olhos, melhor ainda, a ouve com bons ouvidos, e sendo esses ouvidos os seus ou os meus, serão eles a escolherem o melhor ritmo para cada um de nós.
Desde muito cedo me senti atraído mais pelas músicas em língua inglesa do que as nacionais. Achava a sonoridade melhor e apesar de não entender até então nada do que os artistas tentavam expressar nas letras gringas, ainda assim eu abraçava muito mais a cultura musical americana e britânica. O motivo? Simples. Por causa das letras das músicas de nosso pátrio solo, por vezes eu as achava terríveis e até meio imbecis. Não conseguia entender como alguém podia curtir músicas com tais letras. Isso me levava a gostar de músicas onde eu, da letra, nada percebia, mas o ritmo me agradava.
Pois o tempo passou, eu fiz alguns cursos de Inglês, como falamos por aqui, e passei a entender também as letras importadas. Eu sempre achei, mesmo antes de aprender a entender outra língua, que as letras deveriam, basicamente, falar mais ou menos as mesas coisas que eram cantadas aqui, ou seja, amor, dor de cotovelo, apaixonismos e por aí vai. E eu não estava errado. Parece mesmo que falar dos mistérios da paixão, com as coisas boas e ruins, é a forma preferida de inspiração para diversos artistas do mundo todo. Uma decepção? Até que não. As músicas continuam bonitas, legais de serem ouvidas, mas eu confesso: prefiro as músicas que trazem essências em suas letras além do bom balanço.
As minhas preferias são sempre aquelas que fazem alguma crítica sobre algum acontecimento no mundo, as que fazem você ficar pra cima, dizendo para nunca desistir e até mesmo as mais tristes, desde que não fiquem falando o tal do “amor volta pra mim”, mas deixo aqui registrado que até mesmo isso, feito com o meu ritmo musical preferido se torna muito bom. E é exatamente por isso que eu não gosto de criticar o tipo de música que as outras pessoas escolhem ouvir. A música em si, a melodia, a junção de acordes, instrumentos e efeitos é o que nos atrai no primeiro momento, é o que na verdade nos aproxima do tom que nossa mente mais irá se adaptar e aceitar e após isso a letra vem como um bom complemento e conforme a voz do interprete isso melhora em muito todo o conjunto, em alguns casos apenas atrapalha.
Eu acredito sinceramente que a melodia (música) veio antes de qualquer letra ser colocada junto a ela, até aceito as teorias que dizem que as letras também eram cantadas inicialmente sem algum acompanhamento e que com o tempo e o surgimento de alguns instrumentos musicais, alguém em algum dia inspirado juntou as duas coisas. De lá pra cá definimos, muito, o que viria a ser uma canção completa. Se lá pela idade média a música era apenas o que se apresentava em grandes orquestras para os nobres, enquanto aos pobres restavam algum tipo de violão e as cantigas dos viajantes, hoje já temos um modelo que é frequentemente seguido pela maioria, ou seja, primeira estrofe, segunda estrofe, refrão, solo de alguma coisa, terceira estrofe, repete primeira ou segunda estrofe, refrão, refrão e por aí vai, nem sempre, claro, nessa ordem.
No meu ponto de vista, o que geralmente importa ao ouvinte é mais a música que a letra. Prova seriam praticamente as músicas eletrônicas, como psy ou house, muito executadas nas raves. Poucas têm letra, mas o som não para um segundo. Também não conseguiria entender os seguidores do funk brasileiro se não fosse apenas pelo som, que particularmente já considero um tanto ruim, mas por vezes divertido.
Sendo assim posso entender alguns fenômenos musicais que surgem em nossa era, mesmo sob forte críticas daqueles que se dizem entendidos no assunto, como, por exemplo, Justin Beaber. Fabricado? Talvez, mas desde cedo sabe-se que o rapaz canta bem, toca alguns instrumentos e além disso dança muito. Ora essa, eu não sou fã do estilo musical e nem ouço as músicas dele por vontade própria, mas que ele tem talento, isso não se pode negar. Alguém que não goste dele poderá gostar de Black Eyed Peas, da Fergie e WILL.I.AM, ritmo super dançante, porém já viram as letras se traduzidas? Pois é, algumas delas dariam perfeitamente um bom funk carioca por aqui.
Ainda considerando que a música nos atrai mais que a própria letra, temos o DJ sul coreano Psy e sua Gangnam Style, o que é divertido nela? Para mim é apenas o ritmo e o vídeo-clipe, considero que ele chegou numa excelente fórmula pra combinar as harmonias e fazer uma canção que pega logo de cara diferentes tipos de pessoas, afinal ele já lançou oito discos em seu país, mas a letra em si é uma decepção, aqui é bom não entender mesmo. Mas que é boa é.
Mas eu continuo sempre a minha busca pelo meu ideal artístico musical, para mim as melhores sempre serão as que combinam uma letra com conteúdo inteligente e a música como complemento, claro que quanto mais diversificadas, melhor.  Para listar algumas dentro deste estilo eu mencionaria e recomendaria:
U2 com Sunday Bloody Sunday. Michael Jackson com Black or White. Queen com Is This The World That We Created!, The Cranberries com Bosnia. John Lennon com Imagine. Legião Urbana com Que País é esse?
Isso só para citar algumas, tem muitas, muitas outras fantásticas, mas para citar uma pequena fração de todas elas, eu precisaria de muitas páginas. A síntese de tudo o que envolve a música é o despertar do interesse do ouvinte em adquirir o produto musical. Isso se faz com pesquisa de mercado e investimento no interesse demonstrado pela maioria. Em algum tempo se faz mais rock ou pop, às vezes rap ou reggae e temos espaço na grande indústria até mesmo para sons alternativos, mas basear-se na indústria fonográfica é ir com a maioria e nem sempre a maioria pensa por si própria.
Minha dica é: Fuja do que dizem ser bom para você ouvir e descubra sozinho o que mais lhe agrada. Pesquise sobre diversos artistas que trabalham o som que você gosta e, por favor, não discuta a música, apenas curta ela e respeite as outras pessoas, desde que elas não queriam forçar você a gostar do que elas gostam.
Quanto a mim, agradeço aos meus queridos amigos Jefferson, Fabrício dos velhos tempos e Marcelo por me apresentarem ao velho e bom Rock and Roll. 

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Seguindo a linha sobre músicas, esses tempos eu me deparei com um vídeo, já há muito executado no youtube, do grupo The Axis of Awesome´s (uma banda meio cômica que também faz um som legal), sobre como é possível através de um mesmo acorde básico formarmos várias músicas diferentes e de sucesso no mundo inteiro. O vídeo é bem produzido e prova que de certa forma há sons que a maioria das pessoas aceita melhor que outros, desta forma para se fazer uma boa música, ou pelo menos uma que será sucesso, basta você usar esse acorde de pano de fundo, uma letra bonitinha e então completar com o instrumental necessário. Só não sei se eles conseguiram produzir alguma música assim!
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                            A SABEDORIA DA CORUJA

É do conhecimento popular que, quando um grupo de amigos sai para se divertir, nem sempre todos se dão bem na balada e alguns voltam sozinhos para casa, inteiramente bêbados e então o pior pode acabar acontecendo, aqueles que ainda não estão sob efeito do álcool podem acabar se apoderando da porta de saída de seus incautos colegas. Isso é o famoso C* de Bêbado Não Tem Dono!

Sabedoria: Sempre fique bêbado DEPOIS dos seus amigos!

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RECONTANDO UM CONTO


Da incrível série de revisões literárias que acabei de criar, fiquem com um pedacinho de:


Rojeu e Mulieta


Em uma noite estralada, debruçada em uma sacada, a nobre moça de olhar esperançoso ficava a sonhar amores por um moço formoso.
Sem hesitar e ao menos pensar, a jovem deixa sair de sua boca palavras ao ar:
- Rojeu, Rojeu, onde estás, oh amor meu?
O jovem enxerido, que por amor havia no arbusto se escondido, se faz revelar à luz do luar:
- Minha amada Mulieta, aqui estou eu olhando de baixo para ti e vendo a tua.... Linda silhueta!
Os dois trocam incontáveis frases harmoniosas, nenhuma delas com intenções pecaminosas, mas a moça mais entusiasmada já queria que o moço subisse para a sacada:
- Venha meu querido, não fiquemos apenas na vontade, jogarei minhas tranças para puxar-te!
O moço estranhou esse ponto do conto, não lembrava de sua amada ter um cabelo tão longo:
- Mas o que a acometeste meu pedacinho de céu, mudastes e agora és Rapunzel?
A moça em retribuição mostrou um pouco de mau humor ao jovem falastrão:
- Ora essa, subas logo e não me estorves. Humf... Logo vi que não eras como meu Jorge.
- Jorge? De quem falas com ares tão contentes? Seria esse um de meus concorrentes?
- Oh querido desinformado, a única vantagem que tens sobre Jorge é que és tu o meu amado.
O pobre mancebo agora irado, um celular de seu bolso havia tirado.
A nobre donzela preocupada, falou desesperada:
- O que foi meu amor, por que tanto transtorno. Venhas até mim, afinal ainda não és um corno.
- Tu já não me interessas, já que pensas em outro, para mim não prestas.
A jovem então agitada rumou para dentro de seu quarto, saindo da sacada. O jovem irritado, em seu telefone apertava forte o teclado.
“ Mas que droga!” Pensou ele. “ Por que será que sempre quando eu ligo a Bela Adormecida não atende?”

E fim!
Sim, é possível comer Romeu e Julieta ao mesmo tempo!

FUI-ME!!!